Crossover FAIL+ - Verdades


Olá pessoas, a sexta é um dia bem propício para lançamentos, não é? Pois então, lancemos a próxima Crossover FAIL+ hoje. Como sabem, estamos no arco "Origens", onde mostra como o Ash Marombado se tornou o que ele é, logo não estranhem se tiver pouco humor

[NoReset TV] Playstation All Stars Battle Royale


Olá pessoas, como estão? Hoje o NoReset TV será meio diferente, pois mostarrei um trailer. Sim, pois ele me chamou bastante atenção e chamou muito mais atenção dos outros tambem. Primeiro, vamos ao trailer de Playstation All Stars Battle

Ubisoft derruba preço de Rayman Origins


Com gráficos incríveis, jogabilidade desafiadora, excelente trilha sonora e ótimas avaliações da crítica especializada, Rayman Origins chegou às prateleiras das lojas do ramo no final de 2011 e em pouco tempo caiu no gosto dos gamers. Agora a Ubisoft

[No Reset TV] Fredde Gredde


Olá pessoas, a quantas andam nesse final de mês? Pois é, logo vem a estréia do filme dos Vingadores, feriado do Dia do Trabalho, muitas coisas, muitas coisas. Porem, vamos ver videos.   Um video que rolou nessa semana e que meio mundo internético já

MMORPG A Mystical Land chega ao Brasil em português


Um dos maiores Massive Multiplayer Online Role Playing Game (MMORPG) casuais de navegador de internet chega ao Brasil. Desenvolvido pela norte-americana Mad Otter Games, A Mystical Land tem cerca de meio milhão de jogadores ativos no mundo. O game foi totalmente

Review

[Recordar é Jogar] Megaman X

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Excerpt:

Capa chocante, não é?!

Olá pessoas. Estranharam a volta repentina desta seção, não é? Pois então, havia me esquecido totalmente de pegar jogos antigos para jogar novamente, até gravar um Gametrack recentemente e reavivar o espírito retro que estava forte em mim. E o jogo que retorno para vocês foi o titulo que o Egoraptor destrinchou brilhantemente em um de seus vídeos: Megaman X. Já sabem amigos, Recordar é Jogar.  

"This game 's awesome…"

O danado azul (vulgo Megaman) tinha que migrar para a geração 16 bits de maneira grandiosa, e mostrando o que tinha a oferecer para o Super Nintendo. Por isso a escolha de um spin-off, a fim de trabalhar outros aspectos de melhor forma. A plot da série X é que (TEXTO LONGO) o Dr. Thomas Light (sim, o barbudão lá da série normal) criou X, porem temia que a humanidade não estivesse pronta para ele ainda, em vista da sua capacidade de tomar decisões por conta própria. E após ser selado pelo próprio Light, para que a humanidade se desenvolvesse a fim de estar preparada para o X, Dr. Cain o encontra após um período. Fascinado pelo design de X, ele cria cópias da criação do Dr. Light, nomeadas Reploids.  Contudo alguns destes reploids apresentam defeitos (provavelmente oriundo de vírus), se tornando re…

De portal em portal que se acha o bolo

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Excerpt: Olá senhores, senhoritas e robôs ávidos por testes, como estão? Reparei que não andava escrevendo textos sobre um jogo especifico, com exceção da série sobre Final Fantasy. E olhando para trás, fui ver os jogos que eu terminei e não havia comentado, até chegar em um jogo que demorei a me empolgar de verdade. Para os que me conhecem há tempos, eu falo de Portal, feito pela Valve, do nosso balofinho Gabe Newell.

"GABE NEWELL AO RESGATE!!!"

Portal foi primeiramente incluso no The Orange Box, compilado de jogos de Half Life 2 e que também continha além do próprio Portal, Team Fortress 2 (que será falado, aguardem). De início, o jogo era apenas um “extra” no pacote, porem ganho uma relevância tão grande que criou desde memes até jargões que são ainda falados pelos gamers, como “the cake is a lie”. Tal relevância vez com que a Valve criasse Portal 2, lançado recentemente. Porem o primeiro que é o foco de hoje. …

Recordar é Jogar – Super Mario World

Publicado às by Wesley Pires Publicado em Games, Review | 7 Comentários

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Excerpt: Olá pessoas, semana passada ficaram apenas com tirinhas minhas como conteúdo publicado por mim, Wesley Pires. Porem foi por uma razão especial. Sabe quando voltamos a jogar um jogo antigo no emulador, para poder relembrar como ele era, porem não paramos de jeito nenhum? Aconteceu isso por um tempo, e isso deve-se ao fato de ser o primeiro jogo que joguei no Super Nintendo. Sim, a coluna Recordar é Jogar da semana será sobre Super Mario World.

"MARIO!!!WHAAAAH!!!"

Me lembro como se fosse hoje quando minha “Babãe” trouxe um Super Nintendo para ser aberto no natal, porem foi montado antes por insistência de todos os filhos. E pintavam aqueles problemas de iniciante, como não saber andar acelerando, morrer facilmente na fase com água, etc. Porem creio que esta foi a melhor fase em se tratando de diversão entre família, pois até meus pais jogavam o Super Mario World. Inclusive foram algumas as vezes em que meus pais ligavam para a minha avó nas férias (eu passava as féri…

Gods Eater Burst – o “S” que incomoda…

Publicado às by Wesley Pires Publicado em Games, Review | 3 Comentários

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Excerpt: Olá pessoas. Venho aqui postar uma análise que eu queria ter feito há mais tempo, desde que eu joguei as DUAS versões japonesas do jogo. Sim, finalmente depois de jogar um bocado (soma-se 50 horas em cada versão japonesa, sem contar a versão ocidental), falarei de Gods Eater Burst. O original é apenas “God”, não me pergunte o motivo do “S”, pois não saberei responder. Antes de tudo, fiquem com a intro do jogo: Um pouquinho da história do jogo. O mundo foi atacado por seres misteriosos chamados de Aragami, e aparentemente armas comuns não fazem efeito contra eles. Apenas armas chamadas God Arcs, que possuem material de Aragami em sua composição podem causar danos neles. E as pessoas denominadas God Eaters (Ou Gods Eaters, na versão ocidental) são as pessoas que manuseiam tais armas. E nesse mundo existe a Fenrir, uma organização especializada na luta contra os Aragamis, e que está em todo o globo. E em uma destas unidades (Far East Branch, para ser exato) o seu personagem acaba de ganhar a sua God Arc.

"Vem pro papai, neném!!!"

E aí começa um dos pontos que era para serem positivos, mas que a sua execução tornou a opção limitada, que é a customização de personagens. Mesmo que tenham um bom numero de opções, no final seu personagem sempre terá traços de japonês de cabelos espetados. O lado interessante é que ao decorrer da história, s…

Recordar é Jogar – Half Life 2

Publicado às by Wesley Pires Publicado em Especial, Games, Review | 2 Comentários

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Excerpt: Olá pessoas, como estão se virando sem as tirinhas? Relaxem, no NoReset sempre há conteúdo original e divertido de se ler. E também o site é um bom começo para aqueles que têm duvida do que jogar, seja na nova ou nas antigas gerações de console. Para isso, temos a seção “nostalgia” do NoReset, a Recordar é Jogar. E nesta matéria, irei falar de uma das melhores franquias, senão a melhor franquia de FPS, e a melhor compra que já fiz no Steam: Half Life 2, o famoso FPS da Valve de 2004, que foi a base de muitos jogos futuramente. E não se preocupem, irei evitar Spoilers fortes, mas quando for inevitável eu aviso.

"Foi tu que falou Spoilers?! TOMA!"

Antes de tudo, relembremos alguns fatos que ocorreram no primeiro Half Life, com alguns SPOILERS: Gordon Freeman, um cientista que no primeiro dia em Black Mesa, laboratório localizado no deserto do Novo México, se depara com um acidente que faz abrir um portal, possibilitando a raça alienígena conhecida como Xen invadir o planeta Terra. Porem como o cara é macho saiu de Black Mesa com vida, mesmo estando cheio de alienígenas e forças do governo, que estavam no local para “limpar” a sujeira. Tudo isso usando apenas um PÉ-DE-CABRA e sua HEV Suit, uma espécie de armadura usada dentro de Black Mesa. Após muita coisa, Gordon é transportado para o planeta dos Xenianos e lá vence o suposto líder, Nihilanth. Porem, ele finalmente encontra o G-Man, um homem envolto em mistério que oferece duas opções a Gordon: trabalhar para ele ou ser deixado lá no planeta sem arma alguma, a mercê da morte. No final canônico, Gordon aceita o trabalho (PÔ, até eu aceitaria nestas condições). [caption id=”attachment_3759″ align=”aligncenter” width=”248″ capt…

O Início da Fantasia – Final Fantasy VII

Publicado às by Wesley Pires Publicado em Games, Retrô, Review | 4 Comentários

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Excerpt: Peguem vários itens de cura, encontrem e elevem suas matérias favoritas, faça seu trio mais forte e vá dar uns tapas na Emerald Weapon (NÃO!), pois chegou a hora de adentrar na geração 32 bits da série de matérias mais notório do NoReset. Sim, estou falando do Inicio da Fantasia. Esta coluna demorou a ser retomada pelo seguinte motivo: para poder falar com melhor propriedade sobre um jogo, eu precisava jogar ele, e eu terminei o dito cujo há pouco tempo. Sim, na época eu não joguei o tão aclamado Final Fantasy VII. Chorem fanboys!

"JÁ ERA HORA!!!"

FFVII foi o primeiro jogo da série em 3D, e consequentemente um dos jogos mais famosos do Playstation 1 (PSX), trazendo alem da tríade Hironobu Sakaguchi, Nobuo Uematsu e Yoshitaka Amano, temos a singela ajudinha de Yoshinori Kitase na direção (que também escreveu, contando com a mão de Kazushige Nojima). Guardem este nome, pois ele será importante na série. Sem demoras, vamos á história e aos personagens. E como já sabem, há SPOILERS de monte.

Eles são os culpados por tudo >=(

No mundo retratado no jogo, existe uma energia que flui na Terra, chamada de Lifestream, que está por toda a parte. Porem a empresa Shinra está drenando este Lifestream para gerar um tipo de energia, conhecida como Mako, e converter em eletricidade para uso humano. Mako cristalizado resulta em uma espécie de cristal redondo chamada matéria, que provê habilidades a quem usa. Porem tudo que é bom acaba, e com o uso constante da energia Mako, o planeta está “morrendo”. Com isso, somos apresentados aos membros da AVALANCHE, um grupo terrorista (?) que busca sabotar a Shinra, com o objetivo de cessar a extração da energia Mako do planeta. Em uma das investidas ao prédio da Shinra, o presidente da Shinra é morto por um SOLDIER (espécie de força especial da Shinra) dado como morto, chamado Sephiroth. Desse ponto, a história começa a ramificar, não ficando presa somente na salvação do planeta, mas tambem mostrando parte da história de cada um dos personagens. Hora da apresentação dos personagens, e contar um pouco mais da história de cada um:

Todos os personagens jogáveis

– Cloud Strife: Protagonista da história, Cláudio, digo, Cloud é um ex-membro da SOLDIER que se une à AVALANCHE inicialmente só por propósitos financeiros. É um rapaz nada alegre, se acha o mais forte e nunca precisa da ajuda dos outros. Já ouvi isso antes…

Nosso protagonista (?)

– Barret Wallace: Irmão de Willian Wallace…mentira. Barret é o lider dos AVALANCHE e o mais preocupado com a situação do planeta, e conseqüentemente o que mais odeia a Shinra. Em virtude de um acidente em North Corel, Barret possui uma espécie de arma no lugar da mão direita. Também faz cosplay de Mr. T nas horas vagas…brincadeira de novo. – Tifa Lockhart: PEITOS!!! Pr…

Dissidia 012 – Primeiras Impressões

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Excerpt: Olá pessoas, tudo bem? Antes de tudo, esta semana não terá tirinha pois a faculdade e o TCC comeram boa parte do meu tempo, alem do fato de ter que correr com os afazeres por conta das minhas férias no trabalho. 22 anos e tanto trabalho a ser feito.

Trabalhando =D

Porem hoje conversarei com vocês sobre um jogo que está para ser lançado no PSP, e que diversas informações já foram liberadas. Sim, falo de Dissidia 012: Final Fantasy, Continuação do jogo Dissidia: Final Fantasy, onde você pegav…

Primeiras Impressões – Monster Hunter Portable 3rd

Publicado às by Wesley Pires Publicado em Games, Review | 1 Comentário

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Excerpt: E ai, senhores? Estava mexendo com meus botões, e lembrei que fazia tempo desde a minha ultima análise de jogos que estão por vir. Então aproveitei este tempo livre para pegar alguns jogos que estarão disponíveis para o PSP em breve, mas hoje falarei apenas de um em específico, de uma franquia que me cativou e me viciou extremamente. Sim, estamos falando de Monster Hunter Portable 3rd.

"YES!!!"

Pude colocar as mãos no demo disponível hà algum tempo, neste demo há duas opções de caçada, em uma o monstro a ser caçado é o Royal Ludroth, no cenário “Deserted Island”. O outro é o Ice Barroth, no cenário “Tundra”. Em cada um destes cenários, você deve escolher as armas e armaduras, que já vem pré-selecionadas. Eu senti falta de ter a Gunlance, a Bow e o Hunting Horn. Alem disso, há o pulo do gato literal, pois você deve escolher dois Felynes para lhe ajudar na caçada, e realmente ajudam. Há 3 tipos, um é visado em ataques de curta distância, ou…

Review – Left 4 Dead

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Excerpt: Olá pessoas. Antes de tudo, vocês sabem que é costume meu fazer analises atrasadas ou até algumas de cunho retrô. Porem este jogo não é tão antigo, e eu devo ter twittado N vezes que estava jogando ele, através do Garena. Então nada mais justo que falarmos de maneira bem solta sobre Left 4 Dead.

"hum…vamos ler."

Left 4 Dead é mais um jogo fantástico criado pela Valve, usando a engine vencedora de Half Life(Source Engine), abordando uma possível infestação no estado da Pennsylvania, causando perda das funções cerebrais e aumento da agressividade, tornando os infectados zumbis. Na animação inicial do jogo, somos apresentados aos 4 sobreviventes: Bill: Velho guerrilheiro do Vietnâ, que sobrevive graças às suas habilidades bélicas, e teóricamente seria o ÚNICO a saber manusear corretamente uma arma de fogo. Porem está velho e gasta sua energia correndo e fumando ao mesmo tempo.

Bill matando um Infectado

Francis: Motoqueiro tatuado que odeia tudo, até mulher. É o que sempre reclama, custa ajudar os outros e um dos poucos que preferem usar armas estilo Shotgun. Louis: Típico trabalhador da área de TI, que vê o mundo ir para o car#$%¨. É o que mais grita, é o mais motivado, o mais viciado em pílulas, e o que eu sempre prefiro jogar =D.

"MINHAS PILULAS!!!

Zoey: A única mulher do grupo, e com certeza, a mais “macho” de todo o jogo. Maneja de forma assombrosa um Hunting Rifle, chegando a matar zumbis sem você perceber. É…

Recordar é Jogar – Goof Troop

Publicado às by Wesley Pires Publicado em Games, Retrô, Review | 8 Comentários

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Excerpt: E ai, meus queridos leitores. Fazia tempo que eu não retomava esta coluna, não é mesmo?! Pois bem, venho aqui relembrar que gerações passadas dos games sempre são bem vindas de serem revividas, a qualquer hora e com qualquer pessoa, seja amigo, namorada, com quem for. Recordar é Jogar, meus amigos. Irei citar agora um jogo em que não apenas eu e meus amigos jogávamos, mas também meus pais (detalhe: eles que traziam o cartucho), onde ficavam brincando de tontear um ao outro jogando “alfaces”. Sim, estou falando de Goof Troop.

"HEADSHOT!!!"

Um fato interessante que eu soube no finado NowLoading é que o produtor deste jogo é Shinji Mikami, criador da série Resident Evil e que tem seu dedo em outras produções, como Devil May Cry, Vientful Joel, Alladin e outras presepadas mais. Falando um pouco da história, você está na pele do Pateta (Goofy,) e seu…